segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Benefícios da amamentação exclusiva

Fonte: Pinterest
É notório que a amamentação exclusiva até os 6 meses e prolongada até os 2 anos faz um bem enorme para o bebê e a mãe. Está noticiado em todas as revistas sobre maternidade, sites e blog sobre o amamentação e em artigos científicos. Há uma gama enorme de reportagens e opiniões sobre este assunto, que mesmo já sendo unanimidade a questão dos benefícios, ainda gera certa polêmica, principalmente com algumas mamães que, assim como eu na gestação do Samuel e da Luiza, por alguma razão, não puderam ou não conseguiram amamentar. Há também um certo rebuliço por causa da discriminação de alguns estabelecimentos comerciais e até lugares públicos ao se deparar com alguma mamãe "rebelde" que insiste com essa "nojeira" de pobre de amamentar em público. Imagina, só? Um trem desses de outro mundo que é dar leite para um bebê, como se fôssemos mamíferos!!! Credo!!!

rs!

Se você não entendeu minha ironia, ainda não ficou sabendo da mulher linguaruda que alegou ser coisa de pobre amamentar ou da nova lei que multa quem proibir mãe de amamentar em público. Por que, sim, alguns lugares estavam expulsando ou constrangendo mulheres que queriam amamentar seus filhotes.

Pois bem... Pensando em tudo isso, que tal listar os benefícios da amamentação exclusiva? Creio ser de extrema importância lembrar, registrar, parafrasear, listar, expandir essa ideia para todos, caso haja alguma dúvida...

Bora lá!!!

PARA O BEBÊ

1. O Colostro, leite que a mulher produz logo após o parto ou mesmo no final da gravidez, é considerado a primeira vacina que o bebê recebe. 

2. É o alimento mais rico, completo, equilibrado e atende à todas as necessidades de vitaminas e sais mineiras que o bebê precise até os 6 meses de vida, não necessitando de nenhum complemento, nem mesmo de água, já que no inicio da mamada o leite contém mais água e mata a sede e no final, há o leite com mais gordura que mata a fome e faz com que o bebê ganhe mais peso.

3. Diminui o risco de cólicas por ser facilmente digerido pelo bebê. 

4. O aleitamento materno diminui o risco de constipação intestinal (prisão de ventre) no bebê.

5. Fortalece o Sistema Imunológico do bebê, prevenindo alergias e outras doenças. Crianças amamentadas com leite materno são mais resistentes à infecções. 

6. Amamentar imediatamente após o nascimento pode reduzir 22% a mortalidade neonatal, aquela que acontece até o 28º dia de vida.

7. O leite materno contém uma molécula chamada PSTI que é responsável por proteger e reparar o intestino do recém-nascido, ainda tão delicado. 

8. Quando há o Ômega 3 no leite materno, coisa que varia de mulher para mulher de acordo com a alimentação, ele ajuda no desenvolvimento e crescimento dos prematuros nos primeiros meses de vida. 

9. A sucção ajuda no desenvolvimento da arcada dentária do bebê.

10. Fortalece o vínculo entre mãe e filho. 

11. Amamentar por mais de 6 meses fez bem à saúde mental da infância à adolescência, segundo estudo coordenado pela Universidade do Oeste da Austrália. Segundo os pesquisadores, substância presentes no leite (como a leptina), ajudam a combater o estresse. 

12. Está sempre pronto e na temperatura ideal para o consumo. Prático e rápido, a mãe sempre leva a todo lugar, sem carregar peso algum...

13. Crianças alimentadas com leite materno têm menos risco de desenvolver doenças respiratórias, infecções urinárias e/ou diarreias.

14. No futuro, os bebês terão menos chance de desenvolver diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

15. Diminui o risco de alergias e intoxicação alimentar, já que é um alimento seguro para o bebê ao contrário das formulas que podem fazer que o bebê desenvolva alergia ao leite de vaca.

PARA AS MAMÃES

16. A amamentação auxilia na saúde física, psicológica e emocional da mãe, diminuindo o risco de depressão pós parto.

17. Amamentar gasta até 700 calorias por dia, o mesmo que uma hora de corrida, ajudando a reduzir o peso mais rapidamente após o parto. (Fonte:Vila Mulher)

18. O contato pele a pele desencadeia uma série de eventos hormonais importantes para a relação mãe/bebê. O toque, o odor e o calor estimulam o nervo vago, fazendo que a mãe libere ocitocina, hormônio responsável, entre outras ações, pela saída e ejeção do leite.

19. Esse mesma ocitocina faz com que a temperatura das mamas aumente e esquente o bebê, dando aconchego. Por outro lado, ela também reduz a ansiedade materna, aumenta sua tranquilidade e responsividade social.

20. A ocitocina liberada contrai o útero e ajuda a interromper a hemorragia pós parto. É por isso que as mulheres sentem cólica quando iniciam a amamentação. Além disso, com a diminuição do sangramento, evita anemia materna.

21. Há menor risco de câncer de mama e de ovário.

22. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o aleitamento materno não é só um método anticoncepcional eficiente, como também efetivamente diminui a fertilidade da mulher. Isso é válido para mães que estão com menos de 6 meses após o parto, que ainda não tiveram sangramento menstrual, que amamentam exclusivamente, dia e noite e sob livre demanda e o bebê mamar pelo menos oito vezes em 24 horas, sem intervalos muito longos entre as mamadas.

23. É barato!!! Não requer investimento comprando mamadeiras, leites ou fórmulas artificiais.

24. É a sensação mais incrível do mundo!!! Sentimos que estamos dando o que há de melhor no mundo, alimento em forma de carinho, cuidado, amor...

25. O tempo que passamos juntos com o bebê durante a amamentação nos ajuda a entender melhor o bebê, suas necessidades e a importância desse aconchego gostoso.

Depois de tantos benefícios, que tal dar uma lida nesses dois textos que auxiliam mamães que querem, estão se preparando ou se esforçando para amamentar?



Mamães lindas, é sempre bom lembrar que não é algo fácil e requer muita persistência. Mas como vocês viram os benefícios são enormes e de grande valia. Vale a pena o esforço e dedicação, tá??

Beijos!!!!!!
O TEATRO MÁGICO - SONHO DE UMA FLAUTA

Fonte:Revista Crescer
            Minha Vida
            Baby Center
            Unicef 
           Guia do bebê Uol
           Rede Mães de Minas