sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

A bala chita de uva (Ou pelo menos, parte dela)





Atravessei a rua olhando para trás, certa de que a polícia federal estaria no meu encalço. Se não ela, algum outro órgão invisível, furtivo e certeiro deve regulamentar esse tipo de coisa.

Sai do café com o coração na boca e a garganta seca de culpa. Mal fiz, mal o açúcar chegou no estomago e eu já me dilacerava imaginando os cenários prováveis.

Os sinais de transito ficaram piscando, igual acontece de madrugada. As placas de neon das farmácias e lojas brilhavam me apontando: Culpada!

Não me entenda mal, caro leitor, eu tento não ser assim, mas sou uma pessoa de exatas que tenta colocar em estatísticas, fórmulas e lógica as coisas antes do desespero absoluto.

Mas o fato é que eu olhava por cima do ombro enquanto escorria saliva do canto da boca do meu filho. Aquela saliva roxa que só bala chita de uva te dá. Ele sorria alegria, sem saber que eu estava aliciando para o crime dos doces. Sou ré confessa. Me indique logo a cela, vou passar o resto dos meus dias aqui. Dei um pedaço de bala chita de uva para meu filho de um ano e meio!

Sei que deve haver uma punição (além dessa culpa enorme). Ele deve engasgar com a bala e terei que fazer a manobra de Heimlich ou então ele vai ter piriri. Me conformei com o piriri, trocaria resoluta as fraldas. Investiria todos os meus recursos financeiros em bepantol para evitar assaduras, fraldas? Só premium Care! Alimentação saudável a partir de agora.

Ele não engasgou, não teve nenhum problema de cocô. O micro pedaço já virou saliva, que virou baba e agora mancha a blusa branca como prova incontestável do meu crime.


Mas foi só dessa vez. Juro.

Ps: Por aqui seguimos a orientação de não dar açucar para crianças com menos de 2 anos. Leia o texto com ironia, entenda o quanto nós mães somos cobradas a nos encaixarmos em padrões de criação dos nossos filhos e o quanto não obedecer essas regras nos custa de sanidade.
Tá ok errar de vez em quando! Você é só um ser humano!
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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

A ultima árvore da rua.

Menos uma árvore na rua. Barulho a manhã toda de serras elétricas. E a pergunta que fica na minha cabeça: pra quê?

Tá! Ok! Talvez estivesse podre, trazendo algum risco para os transeuntes, talvez não. O que me incomoda é o fato de não serem replantadas. E BH vai ficando mais cinza, menos verde.

Li há algum tempo uma reportagem, não sei onde, dizendo que a temperatura da cidade tem aumentado bastante em comparação aos anos 90 e 2000 por causa da destruição de lugares arborizados dando lugar a concreto e mais concreto.

Qualquer chuvinha, as ruas ficam intransitáveis, claro ué! Não tem por onde a água escoar! Chuva é natureza e natureza só conversa com coisa da mesma espécie. Asfalto não absolve água, não é vivo e nem trás vida.
Dia desses fui ao meu bairro de infância, à casa onde fui criada até meus 11 anos. A rua, naquela época, era onde brincávamos. Parecia enorme para mim, hoje percebo que com 3 passos largos, já atravesso de um lado para outro. Brincávamos de mamãezinha da rua, pique-esconde, rouba-bandeira, nas férias até as 11h da noite. Os pais e avós nas calçadas com seus banquinhos conversando e vendo a criançada brincar. Típico quadro da sociedade mineira. Creio que em vários outros bairros, de outras cidades de Minas, outras crianças faziam o mesmo que eu, naquele exato momento.

Porém, ao entrar na minha antiga rua, um susto: cadê a árvore que estava aqui? A única da rua porque não caberia nenhuma outra, que dava sombra, onde sentávamos nos dias quentes para comer chup-chup e brincávamos com jogos de tabuleiro que sempre dava uma certa confusão. Cadê? Lá se foi mais uma! E andando pelas ruas percebo que mais outra e outra, e outras.

Quem é de BH há mais tempo se lembra quando em meados de janeiro fazia 30º e pensávamos "está um calourão danado". Hoje ficamos assim, assim com o Rio, chegando a 40º tranquilamente no verão. E da-lhe tempestade e telhados voando, ruas alagadas, gente perdendo, inclusive a vida.

Enquanto isso, os rapazes da serra elétrica, juntam os trocos aqui de mais um cadáver "arvoril" como se não tivesse importância. Me dói o coração, me dói também a cabeça queimada de sol pela falta que me fazem.

E outras perguntam fervilham na cabeça: Onde meus filhos irão se balançar? Em que sombra descansarão da brincadeira de rua? E terão que passar a vida reclamando do calor absurdo ou farão alguma coisa para tudo isso mudar?

Semana passada Bernardo chegou com um vasinho de planta. Eram girassóis que a professora lhe dera para cuidar. Olhei para as sementinhas cuidadosamente colocadas na terra, algumas já começaram a brotar.

- Cuida bem da minha plantinha, tá, mamãe? As plantinhas são lindas, né? Eu gosto de plantinhas. - e continuou contando com os dedinhos - E ó, as plantinhas precisam de água, sol, ar e... e... terra para viver.

Me emocionei com a simplicidade do gesto e o quanto tudo isso representava para mim.
Deixa eu ir ali regar uma certa plantinha porque prometi cuidar dela do jeitinho e com o mesmo carinho que cuido do meu Bê.

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Beta HCG Quinze Mil


Existem basicamente duas formas de você ficar sabendo que vai ser Pai: Tem o jeito unboxing, que é aquele em que vocês vão juntos buscar o exame de gravidez e abrem o envelope fazendo suspense. Um de vocês com certeza vai gritar “abre logo!” e outro, “caaaaaalma... que pressa é essa?” E aí dá positivo e vocês se abraçam e ela chora, e você “Ownnnn” e a leva pra tomar um drink, e vai ser champagne. Vocês beberão fazendo planos para o quartinho, falarão sobre nomes e sobre quando vão contar pra todo mundo. “Puxa, minha mãe vai pirar!”.

E tem o jeito “Armageddon”, que é aquele em que você tropeça na informação de que um meteoro esta em rota de colisão com o teu mundo. E você até pode ouvir o Aerosmith tocando “I don’twantto miss a thing”. Ela vai começar a chorar e você vai dizer “calma amor, a gente da um jeito... pensando bem vai ser até legal!” Você abraça ela e a leva pra tomar um drink. E vai ser scotch. Puro. E vocês vão beber com uma calculadora na mão, falando de prazos e preços e “Caramba, vai ter que dar”. E tentam decidir como vão dar a notícia. “Puuutz, minha mãe vai me matar!”

Pra mim, foi mais ou menos do jeito Armageddon. Não foi ruim, no entanto. Se por um lado, eu não contava com isso, por outro lado eu estava plenamente preparado e era só ligar pro Bruce Willis. Pensem, tem caras (talvez você) que têm seu primeiro filho antes dos 18, repetindo o terceiro ano e esperando aquela vaga de estágio que o brother prometeu descolar naquela firma massa. Um amigo francês me falou que quando o pai dele soube, os nazistas tinham tomado a casa deles e ele estava no front, agarrado com uma metralhadora. Eu, do meu lado, estava na metade da minha quarta década de vida, finalmente tinha amadurecido, fui promovido no trabalho e estava saudável como nunca antes. Tinha até uma reservazinha de grana pra apagar as primeiras fogueiras, tipo seguro fiador do apartamento, eletrodomésticos, enxoval. Eu estava em paz, estava seguro e, mais do que nunca, estava pronto.

E lá estava eu, em paz, seguro e pronto, procurando o meu portão da conexão no Santos Dumont, quando recebo um whatsapp da minha “pincheja” (me condenem, eu chamo ela assim). Na mensagem tinha a foto de um laudo de teste de Beta HCG com uma quantidade assustadora de zeros. Ela perguntava como que fazia pra converter para a unidade de referência, se ela tinha que usar alguma potencia de dez, porque, “lógico, não deu 15000, né?”.

“Então, o que significa?”. “Bom, meu amor, significa grávida pra c@#@&%0!”, foi o que eu disse. E depois que eu disse, entrei em uma espécie de transe, um tipo de modo de sobrevivência, como se uma programação de emergência tivesse assumido o controle dentro da minha cabeça, tipo quando os federais chegam numa cena de crise. O que eu senti? Hum... Como é que eu vou explicar? Aquela era uma informação poderosa. Uma informação que faz com que você veja tudo que é importante pra você, tudo que te define, tudo que você gosta na tua vida, de repente se distanciando em grande velocidade ou diminuindo até o nível microscópico. Vira tudo notícia de anteontem. Informação de segunda classe que você deleta sem fazer backup.

Eu sentei na poltrona daquele avião fazendo planos intrincados e complexos. Desci para o carrossel de bagagens planejando como ia por em prática aqueles planos que fiz no avião. Peguei meu carro no estacionamento com um projeto, um cronograma, e um orçamento, todos editados e protocolados na minha memória. Dirigi pra BH revisando, corrigindo e refazendo os caminhos críticos. Eu era um homem em ação, uma máquina desgovernada de resolver problemas, o guerreiro armado, camuflado e irritado, uma força da natureza, eu era o próprio meteoro... Até que eu vi a Josy no portão.

Era como se eu nunca tivesse visto ela antes! Não sei explicar direito, mas eu acho que me apaixonei de novo, um tipo excêntrico de amor à primeira vista com efeito retardado em meia década. Ela estava serena, com uma espécie de tristeza digna, quase um soluço contido, como se precisasse desesperadamente desabar, como se quisesse colo, como se aguardasse que eu dissesse uma palavra e nela estivessem contidas todas as respostas. E naquele exato momento eu fui Pai pela primeira vez. Não foi quando o Heitor nasceu. Foi ali, segurando minha mala e olhando pra ela, que entendi o que significava ser Pai. Ser Pai, naquela hora, significava “ela”. Ela pra ela que eu fazia meus planos, era ela que importava. Tudo que era relevante de verdade estava contido nela, minha vida, meu futuro, meu lar. Tudo mudou, ou eu percebi que já estava tudo lá desde sempre e talvez fosse só eu quem mudou. Mas o fato é que eu vi que ser Pai começa com a mulher e só depois continua com a criança.

De repente eu queria um lugar perfeito, onde ela pudesse estar segura e confortável. Queria que ela tivesse a melhor experiência, o melhor cuidado. Queria que tudo em volta dela fosse bonito. Queria que ela tivesse a certeza de que nada no mundo pudesse fazer mal. Eu era o guarda costas, a fortaleza, o guarda chuva, o garçom, o fornecedor de abraços. Eu era o Pai. E, meu camarada, isso é bom demais. Traz uma relevância pra tua existência, uma sensação de potencia e de importância, sabe como é? Ainda ontem eu era só o Carlos, mas agora, olhem só pra mim! Eu merecia um uniforme, um codinome e uma capa!


E você amigão? Como ficou sabendo? Foi “unboxing” ou “Armageddon”? Tua história é engraçada, é trágica ou é só bonita mesmo? Conta aqui em baixo um resumo da tua experiência. A casa é nossa!


CARLOS RESENDE

Engenheiro, tecnologista de materiais para construção, sou marido da Josy, padrasto do Bruno e Pai do Heitor. Todas estas funções me pegaram de surpresa e tive que me virar para fazer jus a cada uma delas. Principalmente esta última. Cara! Como é difícil esse negócio de ser Pai! Não posso dizer que não sabia, mas posso dizer que tem muita coisa que ainda não sei sobre isso. Mas eu vou acabar aprendendo, uma por uma, todas as manhas dessa profissão / sacerdócio / vício / pesada... E aí conto elas aqui. Por falar nisso, que legal esse espaço, não é? Finalmente um lugar para os Papais, entre tantos lugares para as Mamães. A gente se vê por aí!
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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Natal nos shoppings de BH

O Natal já chegou faz tempo aos shoppings de BH. Cada decoração linda! E a programação super animada e para todas as idades.

Pátio Savassi

O Pátio investiu em uma decoração inédita que surpreendeu a todos, com o tema “Natal Musical”, os corredores do mall estão tomados por lindas guirlandas, decoradas com enfeites inspirados em notas musicais, piano interativo, além de uma grande árvore totalmente iluminada e ornamentada no centro da praça de alimentação.
Até dia 10/01, o shopping receberá a atração infantil Pequeno Explorador com um mundo incrível de brincadeiras, realizado dentro de uma piscina de bolinhas gigante; a ideia é convidar a meninada a fazer o lado explorador despertar!


Atividade Pequeno Explorador - Data/Horário:
 De segunda a sexta:  as 14h às 22h
Sábado: das 10h às 22h
Domingos e feriados: das 14h às 20h
Local: Piso L3
Valor do ingresso: R$30,00 para 30 minutos 

Durante o mês de dezembro, haverá uma programação musical e clássicos infantis em forma de peças teatrais gratuitas! Estão confirmadas: A Pequena Sereia, Bela Adormecida, Peter Pan, Cinderela, A Bela e a Fera, Branca de Neve, Rapunzel e O Pequeno Príncipe. Todas elas serão realizadas na praça de alimentação do shopping. A meninada ainda poderá se divertir muito com uma atividade bem lúdica: a “Sala do Papai Noel”! Neste local encantado, os pequenos poderão tirar fotos com o Papai Noel, se divertir com um piano interativo gigante para brincar pisando nas teclas. Além dele, uma flauta em forma de um grande túnel promete muita diversão!

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Shopping Estação BH

A inspiração para decoração de Natal do Shopping Estação veio lá da Disney Pixar, o mundo de Toy Story que tanto nos encanta! 

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BH Shopping

O BH Shopping trouxe toda a magia e nostalgia dos brinquedos antigos para a nova decoração de Natal que conta, inclusive, com um lindo carrossel.



São mais de 200m² de cenografia espalhadas pelos quatro pisos do BH Shopping. Três grandes ilhas de ambientação, lindas vilas de brinquedos interativas, incluindo um carrossel de seis metros de diâmetro para proporcionar mais diversão. Uma árvore de Natal gigante, com mais de dez metros de altura, mais de 50 guirlandas de diferentes tamanhos e cerca de 1.600m² de lâmpadas estroboscópicas, tudo isso para proporcionar uma rica e tradicional experiência de Natal para os visitantes. Simplesmente imperdível!

Serviço:
Natal Vila dos Brinquedos
Dia: 15/11 a 31/12
Horário: 10h às 22h (todos os dias)
Local: Piso Mariana
Entrada Gratuita.

Trono do Papai Noel
Dia: 15/11 a 24/12
Local: Piso Ouro Preto (Entre Lacoste e Optical Express)
Horário: 10h às 22h
Valor da foto varia de R$45 a R$55 ou R$75 por 3 fotos com moldura tripla.

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Minas Shopping

Toda a tecnologia dos games está presente na decoração do Minas, que segunda uma avaliação feita pelos clientes, foi considerado o shopping mais acessível de BH. O Natal Authentic Games conta com diversas atrações para crianças e adultos. Entre 30 de novembro a 16 de dezembro (exceto aos domingos) as tradicionais apresentações de corais irão encantar o público. Haverá apresentações musicais de escolas e grupos, diariamente, à partir das 19h, na escada fixa da praça de eventos. Além disso, nos dias 9, 10, 11, 16 e 17/12, as crianças terão oportunidade de interagir e tirar fotos com os personagens Authentic e Lydia, gratuitamente , junto ao trono do Papai Noel.

Confira a programação da apresentação de corais:
9 de dezembro – Coral Promover Educação Infantil
11 de dezembro– Coral Adorart
12 de dezembro– Colégio Máximus
13 de dezembro – Coral UMEI Monte Azul
14 de dezembro – Caminhos para Jesus
15 de dezembro – Coral Sarah Kubitschek
16 de dezembro – Coral IPJO

Meet & Greet com os personagens Authentic Games e Lydia

1º de dezembro (sexta-feira) - 15h às 21h
2 de dezembro (sábado) - 14h às 20h
3 de dezembro (domingo) - 14h às 20h
5 de dezembro (terça-feira) - 15h às 21h
9 de dezembro (sábado) - 14h às 20h
10 de dezembro (domingo) - 14h às 20h
11 de dezembro (segunda-feira) - 15h às 21h
16 de dezembro (sábado) - 14h às 20h
17 de dezembro (domingo) - 14h às 20h


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Diamond Mall


Os clássicos palácios reais e a realeza inglesa serviram de inspiração para a decoração de Natal do Diamond, o tema “Natal Real” é inédito e exclusivo do shopping mais sofisticado de BH. 


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Shopping Del Rey


As princesas Disney e os personagens do filme "Carros" da Pixar são o tema da decoração deste ano que está linda. Para abrilhantar ainda mais a festa, terá encontro com as princesas! Para participar é só retirar a senha com 30 minutos de antecedência. Evento Gratuito. 

Se quiser saber mais sobre este encontro com datas e horários, CLIQUE AQUI


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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Maternidade e reconstrução



Quando estamos grávidas, não temos noção do que realmente acontecerá em nossas vidas. O bebê nasce e aí temos uma ideia de como serão cansativos e, ao mesmo tempo, felizes os nossos dias a partir daí.

Quando penso no futuro do meu filho, imagino algo maravilhoso. Quero que ele seja um homem seguro, confiante, feliz, inteligente emocionalmente, esforçado, que tenha compaixão pelas pessoas, que não seja arrogante e nem se sinta superior a ninguém. Que esteja certo de suas escolhas e assuma as consequências delas. Que tenha sonhos e lute por eles. Que seja grato pelas oportunidades que lhe são oferecidas.

Como toda mãe, quero o melhor pra ele! Quero que trilhe o caminho do bem! Quero que faça o que é certo mesmo que ninguém esteja vendo. Quero que faça o certo mesmo que todos ao seu redor estejam fazendo errado. Quero que lute por um mundo melhor sendo ele mesmo a mudança que almeja ver nos outros.

E, para mim, só há um jeito dele aprender tudo isso: por meio do exemplo.

Ensinar uma criança é tarefa que qualquer pessoa pode fazer, mas para educar precisamos SER!
Eu preciso ser o exemplo de vida para o meu filho! Preciso mostrar, mais que falar, que o mundo só deixará de ser o que é (e não está nada bom, vamos combinar) se EU fizer a minha parte! Seus olhinhos estão atentos às minhas atitudes mais que seus ouvidos à minha fala.

Sabe o que isso significa? Me reconstruir!

E reconstrução implica deixar o orgulho de lado e isso, minha gente, dói na alma! Dói porque terei que me "humilhar", terei que reconhecer que errei. Terei que rever meus conceitos tidos como certos. Mudar minhas atitudes e, (ai, meu coração ), reconciliar-me com algumas pessoas que fazem parte da minha vida e da vida dele!

Significa lutar contra mim mesma!

Significa mudar meu coração e praticar a empatia com pessoas que só quero distância. E como é difícil esse lance de empatia! Como é difícil reconhecer que não sou essa coca cola toda.

E, ó, como é complicado dar  esse primeiro passo! Confesso que já pensei em desistir, mas essa nunca foi uma palavra que combinasse comigo e meu filho merece ter a melhor mãe que eu consigo ser!

E, mesmo sendo uma tarefa difícil de ser cumprida, não há preço que uma mãe não pague pelo filho! O caminho é trilhado de mãos dadas com aquele que, definitivamente, veio para virar nosso mundo e mudar nossos corações,
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