sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Maternitretas - Ep01 - Você é a Mãe que gostaria de ter tido?



Maternitretas na área MANA!!

Estamos melosas hoje, falando das nossas mães. A gente passa uma parte da vida sem entender nossas mães, aí viramos mães... e tudo faz sentido!

Para ouvir este episódio você vai precisar de fones de ouvidos (Rolou uns palavrõezinhos), lencinho e o número da sua mãe do lado, porque você vai querer falar com ela, dizer EU TE ENTENDO AGORA SUA LINDA!

Vem com a gente nesse primeiro episódio oficial, cheio de amô, cheirinho de bolo e abraço de mãe.





Referências do episódio:
1 - 0´23´´ Treta  - Pilson Bullets
2 - 7´14´´ Metamorfose Ambulante (Espanhol) - Raul Seixas
3 - 9´50´´ Como Nossos Pais - Elis Regina
4 - 42´46´´Mother Pink Floyd


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O amor de pai para o filho vai salvar o mundo.

Gru – o vilão protagonista de Meu Malvado Favorito – se transformou em
um cara super legal porque descobriu o amor paterno.
Esses dias estava revendo o início da trilogia de Meu Malvado Favorito, o primeiro
filme. E como não era a primeira vez que estava vendo, passei a ver com outra ótica.
Nas primeiras, assisti com olhos de lazer e diversão. De fato, é uma animação muito
engraçada. Dessa vez, analisei mais friamente o personagem.

Um vilão dessa maneira não poderia ser tão adorado, se não fosse uma animação.
Gru não faz atrocidades apenas quando está cometendo algum roubo ou algo do tipo.
Ele é mal o full time com todos. Até que algo o transforma. E é nesse ponto que a
animação, a ficção, se mistura com a realidade.

Ao adotar 3 filhas órfãs, Gru têm seu coração derretido, aos poucos. Mesmo tendo
que contar histórias antes de dormir, ter que dar beijinho de boa noite já sem
paciência, a revolução de um filho em nossas vidas é de virar qualquer um do avesso.
No caso dele, as três filhas. Em todos os sentidos.

Primeiro pelo trabalho que dá. Os últimos meses de gravidez você conta os segundos
para que aquele ser venha ao mundo. É uma ansiedade para ver aquele rostinho
sorrindo que não cabe dentro da gente. Depois que nasce a gente descobre que os
sorrisos não são tão frequentes e que ele chora quando quer comer, dormir, virar,
piscar, fazer cocô e chora também quando quer chorar. E a gente começa a perguntar
porque estávamos tão ansiosos; que podíamos ter dormido um pouco mais durante a
gravidez.

Passamos a dormir 2/3 horas por dia. Ficamos exaustos. E mesmo
assim, estranhamente, amamos aquele pequeno ser que não nos deixa dormir de
forma inexplicável.

Quando você está quase completando um dia inteiro acordado e pela 10ª vez carrega
o pequeno no colo para tentar descobrir porque ele não dorme e ele simplesmente
olha nos seus olhos, tudo se transforma. É tão gratificante, que funciona como uma
bateria quase carregada. Mas essa bateria, que realmente revigora, é só uma
sensação. Você vai continuar exausto (desculpa a crueldade. Mas é a realidade). Mas
sabe que vale a pena. E esse sentimento faz você, mesmo exausto, acordar, trocar
uma fralda, fazer aviãozinho na hora da comida com o maior amor do mundo. Um
único sorriso, um olhar ou gargalhada vale por 7 dias sem dormir. Acredite.

O dia a dia do desenvolvimento é algo extraordinário. Nos primeiros meses o olhar do
bebê é vago. Ele não olha diretamente para nada. Com dias ou semanas (não me
lembro exatamente) ele consegue acompanhar um movimento e passa a te
reconhecer. Imagino que ele enxergue a mãe, como um grande prato de comida e o
pai como uma cadeira de balanço gigante.

O amor de um filho (3 filhas pra ser mais exato) transformou até o mais malvado dos
vilões em um cara legal. Se você está pensando se deve ou não ter filhos, dou uma
dica: Não pense. Tenha.

É a melhor experiência que um ser humano pode ter.

Rafael Andrade
Sou Rafael Andrade, fundador do Portal Sem Choro, empreendedor, Designer Gráfico e Web, Diretor da Agência iMAGON, pai do João e do Marcelo e pai solteiro até me casar com a mãe de criação e coração do João, a Bebela (como o João a apelidou).
site: http://www.semchoro.com.br
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Instagram: @semchoro Twitter: PortalSemChoro
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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

"A imaginação é a maior potência do ser humano”

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Alguns meses atrás tive a satisfação de entrevistar uma das pessoas que marcaram fundo a minha formação, Bia Bedran. Poucos devem lembrar-se dela pelo nome, mas vão se recordar da frase “senta que lá vem a história” e de uma moça que narrava contos populares usando instrumentos musicais para representar os sons dos animais. Essa era a Bia.

Não foi tão fácil conversar com ela, estando eu aqui em BH e ela lá no Rio. “Sou meio antiguinha com esses sei lá o que de comunicação, pode me ligar por telefone.”, foi uma das primeiras coisas que me disse por email. Liguei e, quando ela atendeu, com aquela mesma voz que contava as histórias me senti novamente, sentado no sofá da sala da minha avó, numa tarde qualquer da semana, comendo biscoitos com chá.

O tema da entrevista, claro, foi a arte de contar histórias e a importância desse ato para o desenvolvimento da criança. Entre tantas coisas que ela disse, duas ficaram guardadas na minha memória.

“A essência da criança é o imaginário”

A criança que fomos não é diferente da criança que nossos filhos são, o mundo mudou, a essência da infância não. Como nós quando pequenos, nossos filhos precisam de pegar na mão e girar em roda, de cantar e dançar melodias, de brincar de sombras na parede e, claro, contar histórias.

Quando minha filha, de um ano e oito meses, pegou um fantoche nas mãos e mudando a voz disse “Oi!”, entendi que ela já começava a perceber que existe um mundo diferente deste aqui, um que está dentro da cabeça dela, um universo inteiro a disposição da criatividade que ela mesma vai desenvolver. Entendi também que cabia a mim estimular ainda mais essa capacidade de imaginação, o que nos leva a segunda afirmação feita pela Bia.

“A Imaginação é a maior potência do ser humano”

A imaginação foi o elemento chave da nossa evolução. Foi o que nos permitiu pensar que pegar a semente e colocar na terra seria bem mais fácil do que procurar por outro local onde aquela mesma planta estaria disponível. Cientistas, engenheiros e artistas usam igualmente a imaginação, apenas os propósitos são diferentes.

De maneira geral, pais e escola têm muitas dificuldades em estimular a imaginação da criança e mantê-la criativa a medida que passam os anos, essencialmente porque essa estimulação exige algo que todos nós somos ensinados a repreender: o erro. Queremos que as crianças estejam adequadas a um padrão, criamos expectativas sobre elas e queremos que elas correspondam a isso.

Um bom exemplo dessa afirmação é o relato feito por Gillian Lynne, coreógrafa famosa por shows como Cats e O Fantasma da Ópera. Quando criança, Gillian era uma péssima aluna, notas baixas, escrevia mal e não conseguia ficar mais de um minuto sentada em sua cadeira. A escola encaminhou seus pais a um especialista, por acreditar que ela tinha algum distúrbio de aprendizagem. Após escutar o relato da mãe, o médico pede para conversar com ela em particular, mas, antes de sair da sala e deixar Gillian sozinha, ele liga o rádio. A mãe é convidada a observar a filha através do vidro da porta e então percebe que ela se movimenta com o ritmo da música. Após alguns instantes, o médico diz: “Sabe, Sra. Lynne, sua filha não está doente. Ela é uma dançarina, matricule-a em uma escola de dança”.

Esse caso me lembrou um conto de Drummond, chamado a “A Incapacidade de Ser Verdadeiro”.
"Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões da independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa, como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias. Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
– Não há nada a fazer, Dona Colo. Este menino é mesmo um caso de poesia."
Minha sugestão final para todos nós pais é sermos como crianças e perguntarmos mais do que afirmarmos. Invés de dizer “o mar não é rosa filho, é azul”, perguntar “por que você está colorindo o mar dessa cor?”. Antes de afirmar que Xinforímpolas nãs existem, pergunte o que são, como se alimentam, onde elas vivem.

Referências:
Entre Fraldas ep. 64 - Lá Vem História, com Bia Bedran. https://entrefraldas.com.br/2017/09/10/64-entre-vista-la-vem-historia-com-bia-bedran/
ROBINSON, Ken; ARONICA, Lou. The Element: how finding your passion changes everything. Nova Iorque: Penguin Books, 2009.
ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. Em: Poesia e prosa. Rio de janeiro: Nova Aguilar, 1988.

1.  Documentado no livro The Element: how finding your passion changes everything, do autor Ken Robinson



MARCELO CAFIERO
É um pai medíocre das gêmeas Alice e Helena, professor de língua portuguesa e produtor dos podcasts Entre Fraldas e Hiperativo.

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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Hábitos necessários que os pais e cuidadores devem ter com a saúde bucal dos bebês


Dizem que um bom hábito se constrói quando se é novo e é a mais pura verdade. Os pais ou cuidadores responsáveis pela criação de nenéns que se preocupam em criar a rotina da higiene bucal e do acompanhamento no dentista desde cedo, tendem a acertar em cheio para que eles se tornem pessoas com sorrisos lindos e brilhantes. Para os bebês, é super importante que a primeira consulta ao dentista ocorra quando os primeiros dentinhos aparecem, assim os pequenos já vão se acostumando .

Outras medidas importantes é a precaução com a cárie de mamadeira nos nenéns. Não deixar eles dormirem tomando leite (por causa da lactose, o açúcar do leite) ou suco (por causa da frutose) na mamadeira

Cuidados para não contaminar o bebê:
·         Não conversar muito perto dele;
·         Não beijá-lo na boca;
·         Não chupar o seu dedinho;
·         Não limpar o bico que caiu no chão com a sua boca;
·         Não provar o alimento do bebê na colher em que vai comer;
·         Não soprar o alimento para esfriar;
·         Não provar o suco ou o leite do copo;

A rotina adquirida destes hábitos vem reforçar que os responsáveis e cuidadores são as figuras  em que os filhos se espelham, portanto manter o cuidado com a própria saúde bucal é muito importante. E assim os irmãos incentivam outros irmãos, os tios, os avós e o exemplo se espalha por toda a família.


Kenia Monteiro
Pós graduada  em Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares
Gestora e responsável técnica da 
Mr.Clean Odontologia e Saúde
CROMG18498
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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Maternitretas - Pilot - Mães interferem na paternidade dos pais?

Não tá fácil ser pai com a mãe pra te apontar os dedos toda hora que algo sai diferente do que ela esperava?
Já não basta ter o mundo pra falar que você não sabe cuidar do seu filho, a mãe dele também dá umas bola fora?
Vem com a gente descobrir como tornar as coisas mais leves!




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