terça-feira, 14 de agosto de 2018

VERDADES SOBRE O USO DO BICO


Muitos pais nos perguntam sobre o uso do bico, se pode ou não pode,devo ou não devo oferecer ao meu filho?
Agora vamos aos pontos verdadeiros que se fazem necessários para o conhecimento destes cuidadores, quanto ao uso deste “objeto”que faz parte da rotina da família por algum tempo.

A satisfação psicoemocional do bebê

Quando não é conseguida completamente por meio da sucção durante a amamentação, a satisfação psicoemocional, poderá ser completada com o uso do bico.
Este uso pode ser de modo racional,exclusivamente para completar a necessidade de sucção,para que estimule  a atividade muscular eque funcione como estímulo benéfico ao crescimento e ao desenvolvimento das arcadas dentárias.

Se for usada frequentemente e por período prolongado

Poderá prejudicar a amamentação,causar mau posicionamento dos dentes,desvio do crescimento da arcada dentária,alterações na forma de engolir e de falar.

Dicas

·         Se o bebê utiliza o bico para adormecer, os cuidadores devem retirá-lo assim que dormir.
·         Nunca use o bico como tapa boca. Para que a criança incomode o mínimo possível é importante que a mãe saiba que o único canal de comunicação que o bebê possui é o choro e ela precisa aprender a lidar com isso e com a ansiedade gerada dentro de si .
·         Seu uso é aceitável  até mais ou menos 3 anos.A partir desta idade os danos causados poderão ser irreversíveis,e o bebê poderá precisar de um aparelho ortodôntico para a correção das arcadas dentárias.
Além disso, quanto mais idade tiver a criança, mais difícil será a remoção do hábito.

Cuidados a serem tomados

·         O bico deve ser devidamente higienizado, cuidadosamente todas as vezes que for usado, evitando contaminação e infecção.
·         Deve ser testado e trocado periodicamente.
·         Jamais deve ficar preso à roupa,amarrado ou pendurado ao redor do pescoço com fita corrente ou fralda,pois além de haver o risco de estrangulamento,deixá-lo acessível favorecerá o hábito do uso constante.
·         Guardá-lo em lugares diferentes e não deixá-lo à vista é importante.
·         Procure não deixar que o bebê ou a criança  converse com o bico na boca,pois além de ser muito feio,acontece o atraso na fala.
·         O hábito de passar mel ou açúcar no bico pode provocar a doença cárie.
·         Quando estiver assistindo TV,distraída,brincando deverá estar sem o bico.
Espero ter contribuído com estas orientações e fique de olho em você!
Muitas vezes o uso prolongado e o hábito se torna contínuo, por causa do cuidador que deixou passar despercebido estas orientações.


Kenia Monteiro
Pós graduada  em Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares
Gestora e responsável técnica da 
Mr.Clean Odontologia e Saúde
CROMG18498
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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

O que eu vi da vida quando virei pai


É um pouco difícil descrever em palavras a emoção que é virar pai, mesmo que não seja pela primeira vez. O fato é que sendo a primeira vez ou não, aquele momento sempre será único e mágico.

O que posso garantir é que diferentemente da mãe que percebe que será mãe nos primeiros momentos da gravidez, para o pai parece que esse momento só acontece de verdade quando aquele ser surge como aquele presente que você sempre sonhou em ganhar e alguém de repente decide te presentear fazendo aquela surpresa.

Parece que num estalar de dedos acendeu algo dentro de mim e a partir dali aquela vida vivida seria encerrada como num caderno de escola que só serve para aquele ano e no próximo ano tudo recomeçava com um outro caderno novinho e que dava até orgulho de abrir e escrever de forma devagar e caprichada.

Mas e o que mudou desde esse momento mágico que foi ter visto aquela coisa pequena pela primeira vez sem ser naqueles monitores da ultrassonografia com imagem preto e branco e tudo borrado? Também não é fácil descrever o que mudou, mas tenho uma certeza: Nunca mais as coisas foram as mesmas e talvez esse seja o grande sentido da vida, servir à outras pessoas e ajudar na caminhada dos novos seres que habitam a terra chamados de filhos.

Aquela minha vida que parecia ter total controle, passou a ser um grande desafio onde dormir e acordar em horários específicos não era mais uma escolha minha. Comer com calma e apreciar o que eu gostava já não era mais algo possível, comer era algo quase impossível, pois eu comer ou não comer no horário certo ou comer de pé ou sentado não deveria mais ser um problema já que o bebê não podia esperar e parecia que ele fazia os próprios horários, sendo que a cada dia os horários eram diferentes e aleatórios.

Mas e daí se eu não tinha mais o tempo de antes, aquele prazer de conviver com o novo membro da família apagava todos os problemas.

Mudar o foco era preciso, uma vez que até então as maiores preocupações eram bater as metas no trabalho e entregar os trabalhos da faculdade e conseguir fazer um TCC de qualidade. Todas as preocupações anteriores continuariam, mas aparecia ali uma questão nova que se tornaria prioridade.

Mas e daí se eu não tinha mais o mesmo foco na carreira e no trabalho, aquele novo foco me deixava o homem mais feliz do mundo.

Com o tempo muita coisa vai mudando e uma das primeiras mudanças é saber que ser pai não tem nada a ver com levar dinheiro e leite para casa. Não há nenhum valor monetário que pague a presença de um pai. Se sua família estiver bem e isso dependerá de quão forte os laços afetivos estiverem, o dinheiro será apenas um complemento e não uma necessidade em primeiro plano.
Chegar em casa não tem mais relação com descansar, mas e daí se quando chego em casa as crianças se jogam em cima de mim a ponto de cairmos todos no chão e darmos boas gargalhadas e ali iniciar-se outras brincadeiras como cavalinho, pega-pega, cócegas e aqueles abraços apertados.

Se eu pudesse voltar no tempo teria feito tudo igual novamente, não mudaria nada, porque tudo tinha que ser como foi e parece que tudo aquilo estava escrito para ser do jeitinho que foi. Depois de um tempo você pensa: -Não sei como seria minha vida sem minha filha aqui, parece que ela sempre esteve conosco a vida toda. Fico imaginando o que é o sentimento das mães com os filhos que parece ser algo que não é desse planeta, se eu sentir 1% do que as mães sentem pelos seus filhos, já sou o homem mais feliz do mundo.

Se pudesse dar um conselho sobre o que vivi depois que fui pai: -Não espere ter aquela carreira profissional dos sonhos, nem fazer aquela faculdade que você acredita que vai te dar um futuro melhor, o trabalho e os estudos nunca te darão 1% do prazer e satisfação pessoal que é ser pai e só quem é pai vai entender o que estou falando, pois por melhor que seja o trabalho e os estudos que você tiver, sempre você chegará nos momentos de insatisfação ou desmotivação, mas com seus filhos você nunca pensará em desistir e eles te farão um profissional melhor e mais feliz porque você fará o melhor por eles e não mais por você.



ADAYLON BORGES
Nascido em Brasília, casado e pai de duas meninas, é apaixonado pela família e por tecnologia. É um Nerd por profissão e procura utilizar as tecnologias de forma positiva para auxiliar na educação das filhas e para impactar pessoas no mundo. Acredita que ser a cara do pai é mais que parecer fisicamente, onde o mais importante são os valores passados e o amor transmitido.
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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Cinco abraços pra sarar


Calma, papai. Lembre-se da palestra da Cecília. Ele é só uma criança, e você um homem maduro. Tem tudo sob controle, certo?
_ Buaaaaaaaaaaá!
Ele só quer se comunicar. Fale com ele. Procure um lugar adequado, estabeleça uma posição na mesma altura dele, identifique o sentimento, explore o sentimento junto com ele, obtenham juntos uma alternativa...
_Nãaaaaaaaaaao! Eu queeeeeero!
Puuuut... qu... pa...! Cinquenta centavos! Eram só cinquenta cen-ta-vos! Vá já pro teu quarto! Não quero ouvir mais nem um pio! Ai de tu se não parar de chorar agora!
Os dias difíceis são, realmente, difíceis. Parece que nada lhes bastam, que tudo tem gosto ruim e que eles simplesmente odeiam tudo ou querem tudo o que não pode. E, geralmente, coincide com aqueles momentos onde você não está em condições psicológicas ou sem um miligrama de paciência para gastar. Você só quer dar um soco em alguma coisa dura, gritar com alguém ou sair correndo até por os pulmões pra fora. Deve haver um elo mental entre a gente: “Hoje papai está arretado, então vou fazer uma pirraça épica”. Já perceberam que, em termos de intensidade, volume e timbre, a risada de uma criança pequena é similar ao choro desta mesma criança? Então, porque será que a primeira é tão prazerosa que inunda a internet de vídeos com as mais fofas e contagiantes gargalhadas, enquanto o segundo é tão irritante, mas tão irritante, que inspira nazistas a abrirem cafeterias “ChildFree”? (Beijo pra Fabíola, pela cafeteria mais ChildFriendly da minha cidade).
Mas a Cecília tem toda a razão. Imagine só, o caleidoscópio de emoções em formação, rodopiando dentro da cabecinha deles? Pense no caos que é lidar com sentimentos plenamente desenvolvidos e imagine como seria se todos eles, de repente, ocorressem ao mesmo tempo dentro de ti e em cada um faltasse uma parte, ainda inacabada. Nada se encaixa. Será que, ao chorar, gritar e espernear, não estariam eles dando uma demonstração de que sabem o jeito certo de lidar com os sentimentos? Não seríamos nós os verdadeiros imaturos, que guardamos tudo trancado, cozinhando nossas entranhas? A vida em sociedade nos cobra o tempo todo controlar as emoções, demonizar algumas delas, tentar muda-las, esconde-las, freá-las. Não estaríamos todos equivocados em relação aos conceitos de inteligência emocional? O certo é que, em algum momento, nós abandonamos a intensidade extrovertida das pirraças e adotamos, pouco a pouco, a implosão dolorosa dos falsos sorrisos.
Independente dos aspectos filosóficos, o fato é que precisamos aprender a lidar com as birras. Eu, acima de todos os papais da face da Terra, preciso aprender a lidar com as birras. Então, de repente, eu tive uma ideia bem legal. Desde os primeiros meses, um dos maiores prazeres da paternagem, para mim, são as brincadeirinhas inventadas. E nós temos tantas! Temos a musiquinha do filme “Tubraão”, que termina em cócegas com a barba. Temos o “dedossauro” e o “biliscodátilo”. Jogar água na cara na hora do banho. Cabeça “Rubble” joelho e pé (ele tem uma cuequinha com a figura do personagem chamado Rubble). Enfim, todo mês, pelo menos, inventamos uma brincadeira nova, baseada em algo extremamente ridículo e ridiculamente divertido. A minha favorita, inclusive, foi uma que ele mesmo inventou, aos dois anos de idade. Acreditam numa coisa dessas? Ela funciona assim:

_ Agora eu sou o papai e você é o Heitor, tá?
_ Ta legal, “Papai”!

Aí ele escova meus dentes, penteia meu cabelo, corta as minhas unhas... fiquei tão emocionado na primeira vez que ele propôs isso, porque era o jeito dele meio que de agradecer os cuidados que eu dedico para ele, sabe? Como um reconhecimento carinhoso, lúdico e espontâneo. Lembrei dessa brincadeira tão singela e verdadeira, durante um episódio memorável de birra, daquelas que você nem entendo o que diabos a criança quer. E pensei com meus botões: Será que posso inventar uma brincadeira para os momentos de pirraça?

_ Heitor, cê não tá feliz não, tá?
_ Não! Eu tô Tliste!
_ Você quer cinco abraços pra sarar?
_ (...) Quero!
Um, dois, três, quatro, cinco.
_ Sarou?
_ Sarei.
_ Ta feliz agora?
_ Tô!
E simplesmente saiu correndo, perseguindo uma coisa qualquer, como se absolutamente nada estivesse acontecendo. Foi como descobrir um novo elemento para a tabela de Mendelev, um novo campo escalar do universo primordial, um superpoder mutante que estava latente. Deste dia em diante, 80 a 90 por cento de todas as birras a gente resolve assim, da mesma maneira, com a brincadeira dos “cinco abraços pra sarar”. No fundo, é só isso que ele sempre quis! Um momento de atenção, de carinho, de conexão e proximidade com alguém. Para se sentir amparado, protegido, amado, compreendido. E não queremos isso todos nós?
Nossos corações são sempre tão pesados, com todas aquelas mágoas antigas, todas as lembranças que queríamos esquecer ou voltar a viver. Tantos sentimentos conflitantes. Eu, por exemplo, sou um adepto do silêncio e da fachada. Costumo vender para o mundo uma realidade distorcida de mim mesmo, enquanto tento conter no coração uma estrela inteira. De vez em quando, entretanto, dou uma breve vacilada, sabe? Daquelas em que você se dá 30 segundos, senta no chão, coloca o rosto entre as mãos e fecha os olhos. Então, sem que eu sequer tivesse percebido que ele estava por perto, meu filho põe a mão no meu ombro, depois segura as minhas bochechas e pergunta:

_ Papai, você tatliste?
_ Tô sim, filhote.
_ Cê quer cinco abraços pra sarar?

Depois dos abraços, meio desajeitados, quando ele pergunta se eu sarei, respondo com um sexto abraço, daqueles bem apertados e bem demorados. Um abraço de gratidão, porque aqueles cinco abraços saram de verdade. Agora, eu entendo.



CARLOS RESENDE
Engenheiro, tecnologista de materiais para construção, sou marido da Josy, padrasto do Bruno e Pai do Heitor. Todas estas funções me pegaram de surpresa e tive que me virar para fazer jus a cada uma delas. Principalmente esta última. Cara! Como é difícil esse negócio de ser Pai! Não posso dizer que não sabia, mas posso dizer que tem muita coisa que ainda não sei sobre isso. Mas eu vou acabar aprendendo, uma por uma, todas as manhas dessa profissão / sacerdócio / vício / pesada... E aí conto elas aqui. Por falar nisso, que legal esse espaço, não é? Finalmente um lugar para os Papais, entre tantos lugares para as Mamães. A gente se vê por aí!

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quinta-feira, 26 de julho de 2018

5 livros infantis encantadores para o Dia dos Avós


A relação entre avós e netos é repleta de carinho, cuidado, amor e dedicação. Pensando nisso e em homenagem ao Dia dos Avós, o Blog Leiturinha reuniu 5 livros infantis sobre vovôs, vovós e netinhos! Esta será uma ótima oportunidade para seu pequeno passar o dia juntinho dos avós ouvindo histórias! Confira:

1. Avô conta outra vez
Editora: Peirópolis
Autor: José Jorge Letria
Ilustrações: André Letria

Este livro mostra que certas pessoas nascem com o dom de contar histórias e estas pessoas são chamadas avós. Eles parecem saber sobre todas as coisas –  o mundo, acontecimentos mirabolantes, seres mágicos. O tempo passa e às vezes acabamos por esquecer da importância que essas histórias têm em nossas vidas. Seus livros preferidos acabam por ganhar poeira e as memórias, por sua vez, são apagadas. Esta obra lembra que palavras são capazes de transmitir além de histórias, mas o valor de toda uma vida!

2. Olhando para dentro
Editora: Saraiva
Autora: Alina Perlman
Ilustrações: Daisy Startari

Este livro conta a história de Fernando e seu avô. Ao saber que o avô estava se mudando para a casa da família, o menino se revolta. Ao imaginar que terá que dividir o espaço com um velho, o menino fica desesperado. Mas, entendendo a importância dele ao seu lado, o pequeno compra um gravador onde seu avô poderá deixar registrado permanentemente suas memórias e suas impressões sobre a vida e o mundo. A obra reafirma a importância do respeito à pessoa idosa, a sua representação na sociedade e também suas fraquezas e limitações.

3. O dia que minha avó envelheceu
Editora: Cortez
Autora: Lúcia Fidalgo
Ilustrações: Veruschka Guerra

Este é um emocionante relato de memórias do cotidiano de uma neta e uma avó comprometida pelo Mal de Alzheimer. Os esquecimentos passam a comprometer a amada avó e o que resta a neta, são lembranças de sua infância na medida em que sua avó se distancia cada vez mais do mundo e das pessoas.

4. Tem um avô no meu quintal
Editora: Quinteto
Autora: Tânia Alexandre Martinelli
Ilustrações: Camila de Godoy Teixeira

Esta obra conta a história de um menino que era o xodó de sua avó, passava horas em seu quintal cheio de árvores frutíferas. Até que descobre que sua avó irá se casar. Ele, então, fica morrendo de medo de perder o lugar no coração da sua amada vovó. Mas irá entender muito sobre o quão bom pode ser ganhar mais um amigo em sua vida.

5. A avó virou bebê
Editora: Panda Books
Autora: Renata Paiva
Ilustrações: Ionit Zilberman

A pequena Sofia mora com seus pais em uma vila, onde também vive sua vó Dorinha, com quem ela ama passar maior parte do tempo. De repente, Vó Dorinha não parece mais a mesma! Agora, ela faz coisas estranhas como abotoar sua própria blusa de forma errada. Vovó tem Alzheimer e Sofia irá aprender que não existe remédio melhor para isso a não ser paciência, amor e carinho.


Você também pode gostar de:



Este texto foi enviado pela equipe Leiturinha em comemoração ao dia dos avós.
Leiturinha é o maior clube de assinaturas de livros infantis do País.
Acesse leiturinha.com.br e saiba mais.
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quarta-feira, 25 de julho de 2018

Você sabia que a cárie é transmissível?


Os pais ensinam aos filhos que escovar os dentes é importante para não dar cárie. Ensinam também que comer muitos doces favorece o surgimento da doença. Então, para que você e sua família saibam um pouco mais sobre essa vilã da saúde bucal, darei algumas informações ricas sobre como surge a cárie, como ela é transmitida e mais. Confira a seguir!

Como aparecem as cáries

A cárie é gerada por bactérias, sendo as mais comuns as streptococcus mutans, que vivem naturalmente na nossa boca ou são transmitidas no contato oral com as bactérias da boca de outra pessoa. Essa transmissão pode acontecer com o compartilhamento de talheres, no uso da mamadeira ou ao simples ato de soprar um alimento para resfriá-lo.
Por isso, fiquem muito atentos aos hábitos bucais e cuidados com a saúde bucal do cuidador do seu filho(a).

Como tratar a cárie

Podemos afirmar que mesmo a cárie sendo uma doença transmissível, ela poderá ser controlada através de hábitos de higiene, orientações quanto às formas de sua transmissão e visitas periódicas ao dentista. Tudo sempre com o compromisso e consciência da saúde bucal.

A odontologia do futuro

A Equipe da Mr.Clean Odontologia e Saúde elaborou o exclusivo e inovador: o Programa de Acompanhamento Preventivo (PAP). Esse programa tem o objetivo de prevenir e cuidar de todos os integrantes do núcleo familiar e dos seus cuidadores.

O acompanhamento preventivo proporciona uma maior chance de manter uma saúde bucal por toda a vida, acontecendo de forma educativa e preventiva às doenças. E para que o PAP tenha excelência, é necessário o compromisso do integrante com a periodicidade do programa.
Conscientize-se!




Kenia Monteiro
Pós graduada  em Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares
Gestora e responsável técnica da 
Mr.Clean Odontologia e Saúde
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