quarta-feira, 24 de maio de 2017

O que meu filho queria me dizer hoje (mas ainda não sabe falar)

Foto: Jay Fotografia



Mãe,
Senta aqui no tapete comigo. Puxa a caixa de brinquedos e vamos tirar tudo de dentro dela. Empilhar alguns cubos coloridos e sorrir, como se o mundo lá fora não girasse.
Como se não importasse as contas para pagar, o tempo passando e as cobranças de todos os dias.
Vamos fazer de conta que não nos importamos com os palpites, as críticas e comparações. Vamos fingir que o mercado de trabalho é justo com você e com o papai da mesma maneira.
Vamos, de mentirinha acreditar que está tudo certo na política, economia e etc e tal.

Me pega no colo, mesmo sabendo que devia trabalhar, mesmo sabendo que a casa está um caos, mesmo sabendo que nem temos roupa limpa para vestir amanhã.
Porque não me importa muito qual roupa vou vestir amanhã. Não me importa os pedaços de biscoito grudados no tapete da sala. Não ligo para ter tv a cabo ou um apartamento legal.
Tudo que preciso é de você aqui, comigo. Nessa uma horinha de paz e alegria. Ouvindo minha risada e rindo comigo.

Montando a torre de pecinhas coloridas para eu pegar sempre a debaixo e fazer tudo cair.

Respira fundo e vem. Sei que sua cabeça está em outros mil lugares, mas me dê a chance de trazer você para cá. Para o aqui e agora, para o que não vai voltar mais.
Porque amanhã as contas estarão ai, o mundo não vai se resolver de um dia pro outro, mas eu deixarei de ser criança.

Ai seu abraço não terá mais poderes mágicos, seu beijo não consertará tudo. E eu terei aprendido a não sentar no chão esperando você. Segura meu passinho incerto, minha mão gorducha e vamos fazer de conta que isso vai durar para sempre. Porque o nosso para sempre é sempre um instante.
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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Te encontrar, sim. Me perder, jamais!

Encontrar um amor não pode ser substantivo de se perder, se largar pelos cantos, esquecer quem realmente é, deixar de lado planos e sonhos.

Quantas vezes já embarquei em algum relacionamento anulando minhas vontades, para satisfazer felicidade alheia. Me deixei levar e quando percebi estava tão longe de tudo que acreditava que voltar significaria reconstruir os passos, pensamentos, coração e porque não, o próprio amor.

Quantas vezes temos que, depois de pular da ponte sem capacete, elástico ou asa, sair catando os caquinhos do coração, dos sentimento e da nossa própria cabeça atordoada? Em meio ao desespero de não perder nenhum pedacinho do que somos, aquele medo do vento bater e levar todo o resto para longe.

Porque ninguém nos conta que não é preciso viver assim? Que não temos que nos reinventar a cada novo relacionamento? Que, por mais estúpido ou clichê que pareça, a pessoa gosta ou não gosta e pronto? E ela tem que gostar da jeito que somos. Sim, eu sei, é bem clichê, mas é a verdade.

Tudo, ok. Eu entendo, somos seduzidas por músicas e filmes que nos contam outra realidade, que de realista não há nada. Não, não há pessoa ideal para cada um, sua metade da laranja, sua alma gêmea, bate coração  - tive que completar! -.

Não há sua tampa da panela, neste caso, inclusive, creio que eu seja uma frigideira sem tampa. E prefiro assim. Para um relacionamento dar certo não existe destino ou acaso, existe dedicação e trabalho duro, dia após dia. Não se iluda pensando que alguém ruim ou mal caráter irá se transformar através do seu amor. Que algo que começou errado irá em um passe de mágica se acertar. Como diria "É o tchan", pau que nasce torto nunca se endireita. rs!

Vivemos em um mundo onde as realidades masculinas e femininas não "batem". Ouvi um frase dia desses que dizia mais ou menos assim:

"Não fomos criadas para os homens gostarem de nós".

E realmente não fomos. Somos da geração criada por mulheres que revolucionaram tudo. Mulheres que estudaram, saíram para o mercado de trabalho, tiveram vida sexual ativa tomando anticoncepcional e não viram no casamento um objetivo a ser alcançado. Fomos criadas por mães muitas vezes ausentes por causa do trabalho árduo para nos manter, por mães que nos diziam para estudarmos e sermos independentes.

E tudo para quê? Para esquecermos o que aprendemos diante do primeiro par de olhos, bumbum , mãos ou lábios que falam palavras bonitas? Sim, eu também já caí nessa. E exatamente quando tentamos retomar de onde paramos, recebemos como forma de agrado a singela e tão famosa frase "você é louca?". Não se sinta mal se em meio ao processo de voltar a quem era ouvir frases lindas como esta. Somos as loucas, as histéricas, as que não cumprimos nossos deveres de esposa, as inconformadas, as feministas chatas, implicantes e egoístas. Mas somos nós! E isso deve bastar. Isso deve nos fazer. O prazer de ficarmos à sós, na agradabilíssima companhia de nós mesmas, não pode e não deve nos ser tirado.

Pense nisso e cresça! Não somos princesas, apesar de sermos criadas para acharmos que sim. Não podemos viver à espera de algo, ou à sombra de alguém. Somos mulheres! Mulheres especiais, cada uma com seu corpo, suas vontades e seus sonhos que não podem nunca serem anulados por qualquer que seja o motivo.

Que tenhamos a sorte de um amor tranquilo. Amor que nos complete e não nos esfarele pelos cantos, deixando pedacinho do que somos em forma de sonhos abandonados pelo caminho...

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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Papai, não se ausente assim...

Papai, ando meio confuso por você não morar mais comigo, não entendo porque não te vejo todo dia e nem porque você some por grandes períodos, então resolvi falar um pouco sobre isso, porque mamãe diz que quando a gente fala sobre um assunto que nos incomoda, a gente consegue achar uma solução.

Ainda não entendo o porquê da sua toalha não estar mais pendurada no banheiro de casa. Por isso todo dia quando vou tomar banho ainda pergunto à mamãe cadê a sua toalha. Quando vou para cama da mamãe de madrugada, ou quando apareço de manhã no quarto para acordar vocês e não te vejo deitado lá, também sinto a sua falta e pergunto para mamãe onde você foi.

E quando você me liga com a câmera ligada, que eu sempre abraço o telefone é porque estou com saudades e queria você mais perto de mim. Desculpe se me entedio rapidamente com a ligação e desligo logo o telefone na sua cara, mas é que preciso de presença, sabe? E telefone não é a mesma coisa de ter você ao vivo.

Estou sempre me lembrando de você, quando mamãe vai trocar minha fralda e eu agarro os meus pezinhos sempre digo: "Dedinhos de mamãe, pezinhos de papai". Mamãe sempre fala que meus dedos dos pés são iguais aos dela e que os meus pezinhos gordos são iguais aos seus.

Quando eu tenho uma novidade e você não está perto para eu te contar, sempre peço à mamãe para me ajudar a enviar um recado por mensagem de voz para você quando você não atende a minha ligação. Preciso sempre compartilhar. Porque você é importante para mim!

Sabe papai, sinto mesmo a sua falta todo o tempo e por mais que mamãe me diga que você me ama, ou que eu ouça isso de você pelo telefone ou quando estamos juntos, eu preciso mesmo é de sentir isso. Com a sua presença, com o seu zelo, com o seu carinho, fortalecendo nossos laços afetivos para que não percamos nosso vínculo. É que ainda sou muito pequenininho... Nem tenho dois anos ainda, por isso certas coisas eu não entendo.

Papai, quando você discute com a mamãe e fica com raiva dela, você precisa entender que eu não tenho nada a ver com isso. E eu não entendo porquê eu sou punido com a sua ausência. Não entendo porque você nem me liga quando está com raiva da mamãe. Eu não te fiz nada papai. Isso só me gera mais dúvidas e minha cabecinha fica muito confusa.



Quero sua ajuda para me explicar a sua ausência na minha vida, você pode me ajudar com algumas dúvidas que tenho aqui na minha cabecinha?


  • Não entendo porque você precisa se separar também de mim por ter se separado da mamãe;
  • Não entendo como pagar alguns dos meus custos seja uma prova do seu amor por mim;
  • Não entendo como uma ligação pode substituir uma visita para me ver e brincar comigo pessoalmente;
  • Não entendo porque você fala que vai vir me ver e não vem;
  • Não entendo como é possível você ficar mais de duas semanas sem se encontrar comigo;
  • Não entendo porque você não vem comigo para casa quando eu vou embora;
  • Eu não quero me sentir menos amado só porque você não mora mais comigo, mas como eu posso sentir o seu amor com a sua distância?



Sabe papai, a mamãe anda dando duro! 


Ela se esforça mesmo. Eu vejo isso quando acordo de madrugada para mamar e ela ainda não está na cama porque precisa terminar algum trabalho, ou quando ela me pede só um minutinho para terminar de fazer alguma tarefa antes de me pegar no colo, ou começar a brincar comigo.

Papai, quando eu chego em casa com a mamãe e a vejo se desdobrando para carregar todas as sacolas e ainda me carregar eu fico tentando entender como ela dá conta daquilo tudo. Até quando vamos fazer picnic e ela leva aquela nossa cesta grande com quitutes gostosos, mais todos os meus brinquedos que escolhi levar para o passeio e minha sacola com as fraldas e essas minhas coisas eu fico mesmo pensando de onde ela tira tantos braços para levar isso tudo.

Mesmo que seja muito divertido, eu sinto falta dela quando às vezes fico na casa da titia para brincar enquanto ela trabalha em alguns finais de semana, e quando ela chega para me buscar ela sempre me explica que estava trabalhando, e me pergunta tudo o que eu fiz durante esse tempo em que ela não estava lá comigo, nós sempre conversamos e assim eu entendo que ela precisa trabalhar e que foi bom pra mim também ter ficado brincando na casa da titia. E ela sempre vem me buscar quando fala que vem.

Eu amo a mamãe papai! A gente se diverte muito juntos, mas a presença dela não substitui a sua, sabe?

Por favor, não ache que por falar da mamãe eu estou diminuindo o seu esforço para contribuir com os custos que gero todo mês. Até porque a mamãe sempre me lembra do esforço que você faz para trabalhar e contribuir financeiramente. Ela conta do seu trabalho e que você ajuda pagando algumas das minhas contas. A mamãe sempre me fala que você me ama e que você às vezes não pode estar por perto por estar ocupado trabalhando, ou com outras coisas suas e me pergunta se quero ligar para você. Mas não é a mesma coisa papai.



Eu preciso mesmo de você perto de mim


Papai, quando estiver comigo nos dias que vier me buscar, esteja comigo. Brinque comigo, me dê atenção. Não fique tanto tempo conversando com outras pessoas ou mexendo no celular, não durma nem saia e me deixe com outra pessoa se eu fui com você foi para ficar com você, lembra? Eu amo meus priminhos, minhas tias e minha avó, mas eu fui para brincar com você papai. Eu preciso é de você. Não precisa me dar presentes para eu saber que você me ama, eu preciso sentir papai. Sentir a sua atenção, a sua dedicação, preciso ser prioridade, ser importante para você. Eu ainda sou pequenininho papai, minha maneira de entender que você me ama é assim, com sua presença, sentindo seu interesse por mim. Você me entende?

Papai, eu te amo! Não quero que você tenha dúvidas disso, e eu sempre estou mostrando isso a você quando estamos juntos. Por favor, não me faça ter dúvidas do seu amor por mim. Preciso da sua ajuda para manter nosso vínculo afetivo. Papai, não se ausente assim....



Até a próxima!



Kika Moreira
Empreendedora materna, engenheira por formação, coaching por vocação, fada madrinha de sonhos. Auxilia pessoas a alcançarem seus sonhos e objetivos de forma mais eficaz tornando-as quem precisam ser para atingirem o que desejam transformando seus sonhos em realidade. 

Facebook:  facebook.com/coachkikamoreira
Instagram: @coachkikamoreira

Site: www.kikamoreira.com




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quinta-feira, 11 de maio de 2017

"Pai Presente" de presente!!


Uma grande parcela de brasileiros foi criada sem pai presente. Alguns tiveram o privilégio ter mulheres fortes, mães guerreiras que tudo fizeram para nos preencher de vida e de um carinho que não conhecíamos e fizeram genialmente bem. Outros foram criados por avó, tios, tias que também cumpriram seu papel dando-nos amor e carinho quando mais precisávamos. E o que nos tornamos com isso?

Pessoas sedentas de casa cheia e feliz. Pessoas que queriam para si uma família e precisavam, não por obrigação moral ou social mas em honra aos bons pais e para provar que é possível, juntar os caquinhos do coração e ser presente, não no sentido de tempo, mas ser realmente um presente na vida dos filhos. Ser referência e refúgio. Ser abrigo e proteção. Ser alegria e orgulho. Ser o dedinho apontado ao amiguinho da escola, dizendo que "aquele é meu pai".

Porém, os tempo mudaram e os filhos já não são tão bobos como éramos. A paternidade precisa ser mais desejada, mais amada, mais bem realizada. Há que se fazer curso e não é daqueles de trocar fralda em boneca não! Curso com Deus para encher seu coração de mais e mais amor na mesma proporção que a paciência e desejo sincero de ser melhor dia após dia.  Se despir dos próprios medos e infantilidades, das suas necessidades e vontades, do seu precioso tempo todo cronometrado, da sua camisa bem passada e engomada, da comida quente e relógio caro de pulso, tudo isso com o coração em êxtase por ter alguém a quem amar e que também te ama tanto, que quer ser você! Assim todo imperfeito! Vestem seu tênis metodicamente arrumado no guarda-roupa, puxam a gravata do fundo da gaveta e roubam suas pulseiras e relógio, colocam um boné e saem por ai querendo ser quem você imperfeitamente é, achando ser lucro, porque eles realmente acham que é!

Há que se cuspir o coração para fora e vê-lo andando por aí, subindo em estante alta, correndo próximo as escadas, brincando com insetos perigosos. E mesmo arrumado para o trabalho ir trocar fraldas e ver a camisa branca suja achando muito bom porque finalmente você tem alguém a quem amar e que te ama com o amor mais puro e lindo do mundo!

Começamos a caminhada assim tão convictos da decisões que tomamos, tão certos que vamos provar a quem nos abandonou que estavam errados, que ser pai é sim, um privilégio, mas no meio do caminho nos perdemos, encontramos a versão mal-humorada de nós mesmos que só sabe reclamar. Uma versão chata que só fala três tons mais alto e critica! Como critica! No final do dia temos crianças tristes e recuadas, Que saem do caminho ao nos ver passar e falam conosco olhando para o chão.

E eu me pergunto: São esses os pais que desejamos ser a nossos filhos?

Somos referência de amor e cuidado? Ou de nervosismo e cobrança?
Somos refúgio e abrigo? Ou alguém a ser evitado no corredor de casa?
Somos inspiração? Ou a versão de pai que nossos filhos tentarão não ser com os filhos deles?
Não estaríamos replicando os erros de nossos pais? Mesmo estando todos os dias em casa, sendo pais ausentes e negligentes? Neste caso, não estamos quebrando o clico vicioso de maus pais, mas disfarçando, escondendo estrategicamente o que nos torna piores ainda em relação a quem nos abandonou. Pelo menos eles não engaram ninguém...

Como disse, as crianças de hoje em dia  não são bestas como éramos. Elas sabem o que é pai de verdade. Elas sabe como devem ser tratadas e amadas. E criar filhos assim de qualquer jeito só para dizer que está ali presente não resolve mais. Se não envolver coração, se não for para criar com a alma, se não for para ser referencia do amor maior do mundo, de nada adianta.

Sejamos melhores, sejamos realmente presentes. Afinal, referencial é algo a ser desejado e alcançado para quem sabe,ultrapassar. O objetivo aqui nem é mais provar nada a ninguém, mas através do quem somos e seremos a nossos filhos, criar pessoas melhores que farão um trabalho muito mais completo e bonito com quem ainda está por vir.
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A BELA E A FERA

Novo musical da Copas Produções tem estreia nacional marcada para o dia 27 de maio no teatro Francisco Nunes em BH

Crédito: Daniel Augusto
Em 2017 a Copas Produções leva aos palcos o Musical “A Bela e a Fera. Esta história de amor está cheia de personagens inesquecíveis, cenas fantásticas e figurinos deslumbrantes, além de belas canções. Escrito em 1740 por Gabrielle-Suzanne Barbot, o clássico apresenta diversas versões ao longo do tempo, mas foi em 1991, com a animação da Walt Disney, que “A Bela e a Fera” conquistou o mundo. Em 1994, a história ganhou os palcos da Broadway, onde ficou em cartaz até 2007. A montagem da Copas Produções tem 35 profissionais envolvidos, 10 atores, mais de 40 luxuosos figurinos, cenários virtuais e efeitos especiais incríveis preparados para criar toda a magia que envolve a história.

Em uma pequena aldeia vive Bela, uma jovem inteligente que é considerada estranha pelos moradores, e seu pai, Maurice, um inventor que é visto como um louco. Certo dia, o pai da garota vai para uma feira demonstrar sua nova invenção e se perde na floresta. Desesperado, procura abrigo em um castelo, mas acaba se tornando prisioneiro de uma Fera. A Fera é o senhor do palácio, um príncipe que foi amaldiçoado por uma feiticeira. Quando Bela sente que algo aconteceu ao seu pai, vai a sua procura. Ela o encontra e faz uma proposta para Fera: se seu pai fosse libertado ela ficaria ali para sempre. A Fera aceita. É nesse momento que os moradores do castelo – toda a criadagem que foi transformada em objetos falantes – sentem que pode ser a chance de o feitiço ser quebrado. Mas isso só acontecerá se a Fera amar alguém e esta pessoa retribuir o seu amor. No entanto, precisa ser rápido, pois quando a última pétala de uma rosa encantada cair o feitiço não poderá mais ser desfeito.

A PRODUTORA
A Copas Produções Artísticas foi criada em maio de 2010 pelo empresário Diego Benicá para atender, exclusivamente, ao segmento artístico e suas demandas no que diz respeito a trabalhos de assessoria de imprensa e produção, com ênfase no teatro para crianças. Oferecendo serviços de qualidade, a Copas se apresenta como uma importante empresa para disseminação da cultura na capital mineira. Entre os espetáculos produzidos pela Copas está o infantil “Pluft! O Fantasminha” – musical com 10 indicações ao prêmio Usiminas Sinparc e vencedor nos quesitos melhor trilha sonora, figurino, atriz coadjuvante e melhor espetáculo infantil de 2013.
Desde 2012 desenvolve o “Projeto Escola Copas” e já atendeu a mais de 2.000 escolas em aproximadamente 5.000 exibições. Mais 300 mil alunos já assistiram aos musicais oferecidos pela empresa. A produtora, que tem como principal foco o público infantil, trabalha com responsabilidade para que grandes produções alcancem os estudantes, oferecendo entretenimento, educação, sonhos e, acima de tudo, segurança para as escolas que participam do projeto. O objetivo é mostrar que o teatro é uma ótima atividade para promover diversão e educação aos alunos.

FICHA TÉCNICA 
Produção: Copas Produções | Texto adaptado: Diego Benicá |Direção, cenário e figurino: Diego Benicá |Iluminação: Luiz Henrique Moura | Elenco: Bernard Bravo, Bernardo Rocha, Danilo Martins, Douglas Gonzales, Fernanda Hallais, Gabriela de Paula, Hudson Moreira, Rafael Ventura, Serge Weick e Thaís Coimbra |Direção Vocal:Beto Sorolli |Trilha Adaptada: Jeferson de Medeiros | Coreografias:Douglas Gonzales | Adereços: Paulo Viana | Maquiagem: Bianca Tocafundo |Prótese Fera: Freddy Mozart | Confecção de figurinos:Márcia Correa – Costurante Arte | Confecção de cenário: Felício Alves e Paulo Viana – Companhia cenográfica | Confecção cenários virtuais: Thyala Serena – Serena Vídeo Mapping | Técnicos responsáveis: Wallinson Rodrigues e Reginaldo Oliveira | Assessoria de Imprensa: Copas  | Fotos e programação visual: Daniel Augusto

DE 27 A 11 DE JUNHO
27 e 28 de maio | Teatro Francisco Nunes 
Parque Municipal Américo Renné Giannetti - Centro
03 a 11 de Junho | Teatro Izabela Hendrix 
Rua da Bahia, 2020 - Lourdes
DIAS E HORÁRIOS
Sábados e domingos 16h
INGRESSOS:
R$ 40 inteira | R$20 meia
A bilheteria funciona 1 (uma) hora antes da apresentação
R$15 Posto Sinparc (Mercado das Flores | Av. Afonso Pena, 1055 - 31.3272.7487)
Funcionamento do posto Sinparc: quarta a sábado 13h às 18h30, domingo 13h às 17h

COMPRA PELA INTERNET
http://migre.me/wxJ8E


INFORMAÇÕES ASSESSORIA DE IMPRENSA: Diego Benicá 31. 99714-4172 
INFORMAÇÕES PARA PÚBLICO:
31.2516.6911 
Instagram: @copasproducoes
Facebook: /copasproducoes
Classificação: Livre
Duração: 70 minutos
  
Crédito: Daniel Augusto

Crédito: Daniel Augusto


Crédito: Daniel Augusto

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